As 4 principais formas de convivência

As diferentes formas de convivência e coexistência existem desde as primeiras sociedades humanas desenvolvidas. No entanto, eles se tornaram populares depois das duas Guerras Mundiais e da Guerra Fria.

Até mesmo uma política de coexistência pacífica foi desenvolvida, que se referia às relações entre os Estados Unidos e a União Soviética (duas das nações envolvidas na Guerra Fria).

Esta política foi caracterizada pelos princípios de não agressão, respeito à soberania, independência nacional e não ingerência nos assuntos internos de cada Estado.

Deve-se notar que a coexistência não se refere apenas às relações entre Estados, mas pode ser apresentada em qualquer nível da sociedade: entre indivíduos, entre famílias, entre grupos étnicos, entre outros.

Diferentes tipos de convivência

Entre os conceitos de coexistência incluem:

  1. Existem no mesmo tempo e espaço (coexistem) seguindo os princípios da aceitação mútua.
  1. Aprenda a reconhecer e aceitar as diferenças das pessoas ou grupos com quem vive.
  1. Ter um relacionamento em que nenhuma das partes procura gerar mal na outra.
  1. Interagir seguindo os princípios de respeito, tolerância e não-agressão.

1- Formas de coexistência segundo a atitude de um grupo em relação ao outro grupo

De acordo com a atitude de um dos grupos em relação aos membros do outro grupo, a coexistência pode ser passiva ou ativa.

Coexistência passiva

A coexistência passiva ocorre quando a relação entre indivíduos ou grupos é baseada no princípio da tolerância; ou seja, os envolvidos nesse tipo de convivência não aceitam totalmente as diferenças entre eles, mas decidem lidar com eles.

Na coexistência passiva, uma das partes envolvidas tem mais poder que a outra (o que é chamado de "distribuição desigual de poder"); Somado a isso, há pouca interação entre os grupos e a desigualdade social.

Nesse sentido, os princípios da justiça social não se aplicam nesse tipo de relacionamento. Pode até haver organismos e instituições que mantenham a opressão em um dos grupos.

Embora seja verdade que a coexistência passiva ocorre em um ambiente mais ou menos pacífico, a distribuição desigual de poder não permite que os conflitos sejam resolvidos satisfatoriamente para ambas as partes.

Vida ativa

Nesse tipo de convivência, os relacionamentos são caracterizados pelo reconhecimento, aceitação e respeito pelas diferenças existentes entre os indivíduos ou grupos envolvidos.

Na coexistência ativa, todos os membros do relacionamento têm as mesmas oportunidades de acessar recursos e oportunidades que possam surgir.

Além disso, esse tipo de convivência promove a paz, a coesão social baseada nos princípios de justiça, inclusão, equidade e igualdade.

Esse ambiente de igualdade é apoiado pelas instituições e organizações que operam em sociedades nas quais há coexistência ativa.

2- Formas de coexistência entre casais

Os casais podem escolher diferentes formas de convivência. Abaixo, alguns são apresentados.

Casamento

O casamento é uma instituição social e legal através da qual duas pessoas se juntam legalmente.

Existem certas leis que regulam o casamento, por exemplo: que os cônjuges são maiores de idade, que os cônjuges não são parentes próximos e que nenhum deles é casado com outra pessoa.

A decisão de casar deve ser feita livremente, sem coerção de qualquer tipo. Em alguns países, os casamentos forçados são considerados nulos e sem efeito.

Com relação à legislação sobre casamento, 23 países legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Esses países são: Argentina, Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Escócia, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, França, País de Gales, Inglaterra, Irlanda, Islândia, México, Noruega, Nova Zelândia, Holanda, Portugal, África do Sul, Suécia e Uruguai.

Casal de facto, união livre ou união de fato

Diz-se que um casal é de fato quando os membros são unidos apenas por uma afinidade afetiva e não legal e vivem na mesma casa ou no mesmo espaço físico.

Como essas relações são muito comuns na sociedade, os Estados foram obrigados a estabelecer certas leis para proteger esses casais, assim como cada um dos indivíduos em caso de morte de um, abandono, entre outros cenários. .

Em muitos países, os casais desfrutam dos mesmos privilégios que os casais casados.

Muitos podem considerar que o divórcio é o oposto da coexistência. No entanto, em casais divorciados com filhos, o casal divorciado tem o dever de continuar suas relações de convivência (embora não esteja sob o mesmo teto) por causa das crianças.

Deve-se notar que pode ser o caso de um dos pais ter a custódia total dos filhos. Nesse caso, a coexistência é interrompida completamente.

3- Formas de convivência de acordo com o contexto em que a interação ocorre

De acordo com o contexto ou escopo em que a interação ocorre, a coexistência pode ser a escola (se dada em uma instituição educacional), a família (se ocorrer entre membros do núcleo familiar), o trabalho (se ocorrer no espaço). de trabalho).

4- Formas de convivência segundo os participantes da relação

De acordo com os membros da relação de convivência, pode haver coexistência entre indivíduos (amigos, casais, colegas), entre grupos (grupos familiares, grupos étnicos, comunidades, sociedades pequenas), entre organizações e instituições e entre nações.

Todas essas formas de convivência operam da mesma maneira, apesar de serem grupos de dimensões diferentes, ou seja, são baseadas nos princípios de paz, justiça, igualdade e equidade.